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Prezados Amigos,
Prezadas Amigas,


Permitimo-nos apresentar para sua apreciação, a primeira edição do Jornal do Belém, de portas abertas e páginas abertas à disposição dos moradores da região, empresários, autoridades, lideranças comunitárias e simpatizantes, com a mesma dedicação dos mais de 30 anos de nosso Jornal do Brás.
Ao ensejo, rogamos seu incentivo para essa nova bandeira da Região Brás/Belém.

Abraço Fraterno,
Milton George

 


 
Flashes do Nordeste PDF
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05-Jul-2011
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Antão Ouriques de Farias

 

“A Paraíba Hospitaleira”

 

Capítulo 4: A fundação e conquista da Paraíba

 

Criada em 1574, quando da Constituição da Capitania Geral desmembrada de Itamaracá – diz o historiador José Otávio – a Paraíba começou a existir de fato e de direito em 1585 com a fundação da cidade de “Filipéia de Nossa Senhora das Neves” que depois se chamaria Frederica, depois Cidade Paraíba, Capital Paraíba. Aquele primitivo nome foi uma especial homenagem à data da sua fundação, 5 de agosto de 1585, dia da homenagem à Nossa Senhora das Neves, a padroeira da cidade e do Estado da Paraíba.

Depois de 1930, em conseqüência da morte de João Pessoa por Decreto passou a ser finalmente João Pessoa.

O retardamento da conquista explica-se pela resistência dos índios potiguares, aliados aos franceses traficantes do Pau-Brasil. Os piratas franceses aliaram-se aos índios potiguares por interesse único de explorar o Pau-Brasil. Somente foram vencidos depois da aliança celebrada pelo Ouvidor de Olinda Martim Leitão, com os recém-chegados Tabajaras do Cacique e Vicente Piragibe, o Braço de Peixe.

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João Tavares e Frutuoso Barbosa tornaram-se os primeiros capitães-mores denominação emprestada aos então governadores. Deste modo, a data de 5 de agosto de 1585 simboliza o pacto de paz firmado entre o Capitão João Tavares, governador da Província – e o cacique Piragibe – o mais poderoso chefe da tribo Tabajara. Aliás, há uma afirmação histórica do padre e pesquisador Jaboatão, de que essa paz foi oficializada a 4 de agosto de 1583.

Por outro lado, informa o historiador Maximiano Machado que somente “em dezembro recebeu o nascente povoado o título de Cidade com a denominação de Filipéia em honra ao Soberano”.

“A Velha cidade de Nossa Senhora das Neves nasceu cidade sem jamais ter sido vila. Este privilégio lhe coube porque fora fundada pela Cúpula da Fazenda Real, uma Capitania da Coroa”.

A cidade da Paraíba se desenvolveu rapidamente, segundo informa Irineu Pinto – o senhor de engenho e rico agricultor. Duarte Gomes da Silveira oferecia a cada edificador de casas térreas de pedra e cal a quantia de dez mil réis e de sobrado, vinte mil réis cumprindo essa promessa patriótica por muitos anos, sem outro proveito que o de ver a nova cidade desenvolvida. E aqui para ilustrar o tema, o depoimento do historiador José Honório Rodrigues:

“As primeiras famílias portuguesas vieram de Viana do Castelo. A Paraíba produziu o melhor Pau-Brasil e com seus engenhos produzindo um dos melhores açúcares do Brasil por razão da boa condição orgânica da terra paraibana. Sapé produz o melhor abacaxi do Brasil. É um engano de alguns pensarem que o Nordeste foi sempre pobre. O Nordeste tem fontes de riquezas, é pena que alguns desconhecem esta verdade”.

 

A nossa Paraíba é histórica e cultural.

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Salve “Paraíba Hospitaleira”.

Reverencio os insignes baluartes filhos da Paraíba, o pintor Pedro Américo, o presidente Epitácio Pessoa, o ministro José Américo de Almeida, Samuel Vital Duarte e muitos outros que merecem serem mencionados.  

Antão Ouriques de Farias é escritor, historiador e pesquisador.

 

 

 

 

 

 

 

 

 
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