hostconect.net
Jornal do Brás Advertisement
Início seta Notícias Jornal do Brás seta Edição 198 seta Bisneto lança livro sobre Carlos Botelho
05-Abr-2020
 
 
Menu Principal
Início
Edições Jornal do Brás
Notícias Jornal do Brás
Expediente
Links
Contato
Procurar
A História do Jornal
Jornalista Edu Martellotta
Cadastro de Empresas
Onde estamos
Campanha de Assinaturas
Jornal "O Braz"
Aniversário do Brás
Revista O Brazinha
Edições Jornal do Belém
EDIÇÃO 383 - 2ª quinzena de março/2020
Image                                    

Jornal do Belém Ed 2 - 12/03/2020
Image  
Redes Sociais
Image


Jornal do Brás

 

Image

 

Jornal do Brás

 

 

Image

 

Tarde de Chá

Estatísticas
Visitas: 7611767
Flash de Notícias

Estudo realizado pela Demanda Pesquisa monitora o impacto das medidas de combate à pandemia na rotina do brasileiro

Entre os dias 18 e 21 de março, a Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing entrevistou 1065 pessoas de todo o país. Os resultados identificaram os níveis de preocupação, de atitudes tomadas para prevenção e de informação acerca da pandemia da Covid-19 (coronavírus). O estudo tem nível de confiabilidade de 95% e margem de erro de 3%.

“Uma das armas contra a pandemia do coronavírus é a informação, por isso dedicamos nossa expertise em análise de informação e mapeamento de tendências para entendermos o verdadeiro impacto do coronavírus na vida das pessoas. Dessa forma, a Demanda pretende dar sua parte de contribuição ao país em um momento que exige união de todos”, explica Gabriela Prado, diretora executiva da Demanda Pesquisa, Desenvolvimento e Marketing.

Homens e mulheres têm diferentes preocupações

O que mais preocupa os brasileiros no período de pandemia é o colapso no sistema brasileiro de saúde, mencionado por 52% dos entrevistados. “A preocupação com algo que afeta o coletivo vem em primeiro lugar, antes do que reflete individualmente”, destaca Gabriela. Muito mencionados também são o temor pelo aumento do desemprego (50%) e uma eventual recessão econômica (43%), bem como a possível quebra de empresas (41%). Um ponto fora da curva nessa questão é o medo do desabastecimento: a paralisação na fabricação de produtos (6%) e a redução de oferta de produtos (6%) aflige pouco as pessoas.

Quando os grupos são separados por gênero, percebe-se uma diferença grande nas preocupações de homens e mulheres em alguns pontos. É possível identificar que as mulheres pensam um pouco mais na saúde enquanto homens pensam mais nas questões financeiras. Por exemplo, o colapso na saúde foi citado por 58% das mulheres e por 47% dos homens, já a falência das empresas foi lembrada por 39% e 43%, respectivamente.

Internet é o principal canal de busca de informação

Como canais de busca de informação sobre a pandemia e o coronavírus, a internet foi a mais citada, por 86% dos entrevistados, seguida pela TV (72%) e o jornal impresso (50%). A consulta a amigos e parentes (22%) ficou bem acima das entidades da saúde, como unidades do SUS (5%), hospitais privados (4%), hospitais públicos (3%) e clínicas privadas (2%).

Apesar da obviedade da internet figurar no topo da lista, Gabriela alerta que é um detalhe que merece atenção. “Sabendo que quase 3 em cada 4 brasileiros se informam pela internet, é um sinal de que o cuidado com informações erradas ou mesmo as fake news deve ser extremamente grande, começando dentro das casas e criando essa consciência nos cidadãos”.

Atividades ao ar livre foram as mais prejudicadas

Sobre as alterações de rotina, entre as maiores privações estão as atividades ao ar livre (87%), eventos (83%) e visita a bares e restaurantes (82%). Nos cuidados com a higiene, os hábitos mais inseridos no dia-a-dia das pessoas foram lavar as mãos com maior frequência (93%), evitar beijos e abraços (90%) e o uso do álcool gel (90%).

Mudanças também foram identificadas no abastecimento do lar. 36% dos entrevistados disseram que modificaram seu comportamento de compra adquirindo mais itens do que o normal. Entre os produtos que tiveram maior aumento de consumo estão os alimentos não perecíveis (76%), produtos de higiene pessoal (60%) e produtos de limpeza doméstica (56%). Já os medicamentos estão sendo mais estocados por 36% dos entrevistados.

Fonte: Castilho e Montano Comunicação.  


 
Bisneto lança livro sobre Carlos Botelho PDF
Classificação: / 2
FracoBom 
23-Mai-2011
Image

 

 

 

 

 

 

 

Eduardo Cedeño Martellotta

Em virtude de estar presente nas comemorações do centenário da imigração japonesa, em 2008, e pela forma com que foi recebido por saber que é bisneto de Carlos Botelho, Antonio Carlos Botelho Souza Aranha, advogado e proprietário de uma indústria alimentícia, escreveu o livro “Carlos Botelho – Nasceu no século XIX, viveu no XX e vislumbrou São Paulo do século XXI”, Ed. Do Autor, lançado dia 12 de abril último na Livraria Cultura.

Em entrevista ao Jornal do Brás, Antonio Carlos contou que pessoas ligadas a associações de imigrantes japoneses sabiam da sua ligação com o bisavô Carlos Botelho.

O motivo é que Carlos Botelho, então secretário da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, trouxe os primeiros imigrantes japoneses para o Brasil, na Hospedaria dos Imigrantes em 1908. “Todos os jornais fizeram vários cadernos sobre o centenário e não deram nenhuma linha sobre como a imigração veio para São Paulo”, lembrou Antonio Carlos. Transcrevemos alguns trechos do livro de Antonio Carlos Botelho Souza Aranha.

 

ImageHospital pioneiro

“Carlos José de Arruda Botelho teve cinco filhos: Carlos José, Letícia, Antonio Carlos, Constança e Luís Fortunato. Seus três primeiros nasceram no Brás, num casarão na rua do Gasômetro, em cujo térreo instalou, em 1882, o primeiro hospital cirúrgico particular (Casa de Saúde Dr. Botelho). 

 

 

 

 

 

Primeiros imigrantes japoneses para o Brasil

Até 1886, a Hospedaria dos Imigrantes funcionava no Bom Retiro, num prédio acanhado. Em julho daquele ano, Antonio Queiroz Telles, então Visconde de Parnaíba, transferiu o prédio do Bom Retiro para a atual rua Visconde de Parnaíba.

Em 1904, Jorge Tibiriçá elegeu-se governador, estabelecendo como secretário de Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Carlos Botelho.

Carlos Botelho foi o responsável pela vinda dos primeiros imigrantes japoneses, em contrato firmado em 6 de novembro de 1907 entre o governo paulista, por meio dele e do governador Jorge Tibiriçá, e o governo japonês.

Em 1908, com o fim do governo Jorge Tibiriçá, Carlos Botelho retornou à medicina. Voltou à política como vereador de São Paulo de 1914 a 1917, e ao ser eleito senador por São Paulo em 1919, sendo reeleito em 1927.

Carlos Botelho faleceu aos 92 anos, na fazenda Santa Francisca do Lobo, em São Carlos. O então governador Adhemar de Barros decretou luto oficial no Estado por um dia, pelos méritos excepcionais e pelos relevantes serviços prestados a São Paulo por Carlos Botelho como cientista e administrador”.

 

Image

 

 

1905: Dr. Carlos Botelho inaugura Posto Zootécnico da Mooca

 

 

 

 

Image

 

Ampliação e reforma da Hospedaria dos Imigrantes

Ainda durante o governo Jorge Tibiriçá, com grande contribuição do secretário Carlos Botelho, houve a ampliação e reforma do prédio na Hospedaria dos Imigrantes no Brás, e tiveram início melhor triagem profissional, exames médicos, vacinação obrigatória e o encaminhamento ao local de destino.

 

 

 
< Anterior   Próximo >
 
Top! Top!