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26-Abr-2011
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Antão Ouriques de Farias

 

 

Recife, a Veneza Brasileira

 

Capítulo 2

“A história é a luz que ilumina o caminho = histórico e culturas da humanidade”

 

A ação do Pioneiro desbravador do Brasil

 

Duarte Coelho Pereira como colonizador donatário e como agente geográfico, modificador de paisagens era o meio necessário para preparar a terra, para o plantio da cana, teria que desmatar para plantio da lavoura da manutenção familiar.

A mata ia cedendo terreno do impacto do machado e do fogo, ao mesmo tempo, dava espaço aos criadores das novas riquezas oriundos o império do “Verde Gaio” da cana de açúcar, o agente modificador de paisagens, abria clareira no coração da floresta em derredor de Olinda, Várzea do Capibaribe, Cabo de Santo Agostinho etc.

Rapidamente, se povoou e assim se desenvolveu a Nova Lusitânia, explodindo com o fenômeno do desenvolvimento da indústria do açúcar no Nordeste do Brasil.

As terras menos aproveitáveis para o cultivo da cana de açúcar eram cedidas para a pastagem da criação do gado. Todo o estrangeiro desejava ser “Senhor de Engenho” e “título a que muitos aspiravam”.

O historiador Antonio descreve sobre a marcha do povoamento e desenvolvimento da faixa costeira do setentrião brasileiro, quando fala em seu livro “Cultura e Opulência do Brasil”.

A propriedade agrícola e engenho de açúcar eram servidos por mão escrava e dos índios domesticados, nas fazendas e nas moendas. Negros de casa e outros se ocuparam em outros tipos de trabalhos canoeiros, oleiros, vaqueiros, pastores, pescadores, todos seus servos tinham sua missão como feitor-mor de engenho e para o espiritual um sacerdote, seu capelão.

“dos senhores dependem os lavradores que têm areias arrendadas em terra do mesmo engenho que possuem em regra 30 a 40 escravos de enxada e foice”.

Em terras menos férteis apascentavam-se o gado que fora sempre subsidiário dos engenhos de Pernambuco.

 

Salve o baluarte colonizador do Nordeste Brasileiro, Duarte Coelho Pereira.

Salve Pernambuco, o Gigante Leão do Norte

“Recife, A Veneza Brasileira”

 

Antão Ouriques de Farias é escritor, historiador e pesquisador.

 
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