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EDIÇÃO 268- 2ª quinzena de março/2015 Parte 1
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Jornal do Brás - Comunidade

 

 

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Jornal encerra o Chá no Independência
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Após cerca de 9 anos de realização, o Jornal do Brás decidiu cancelar a Tarde de Chá no Clube Independência. Com isso o evento do dia 31 de março está suspenso, enquanto estudamos novo local para a continuação do fascinante evento. Aqui mostramos mais alguns flashes do Chá anterior:

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Após seu bonito show, Osvaldo San recebeu o Troféu Jubileu de Prata. Na foto, com nossa Loir Garcia

 

 

 

 

 

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Aqui é a família do poeta Ray Gama, Karin, Karina, Davi e a mamãe Rosária

 

 

 

 

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Falou aí Vovô Amaral!

Na foto com ele a compositora Maura Fernandes e Miriam Motta

 

 

 

 

 

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Kits Rugol

Aqui mostramos a prestativa Valda Rolim, da Rugol ao lado das seis ganhadoras do sorteio do kit Rugol

 

 

 

 

 

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Leno Martell cantou o romantismo de seu belo estilo e ganhou o Troféu Jubileu de Prata

 

 

 

 

 

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Influência Feminina

Elas integram a equipe de assessoras do deputado Celso Russomanno, que agora vão brilhar lá em Brasília

 

 
Deputado Cel Camilo quer cidadania e segurança
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Ele se despede da Câmara Municipal, pronto para assumir outra missão: a de deputado estadual, cuja posse se deu dia 15 de março em grandiosa solenidade na Assembleia Legislativa. O coronel Álvaro Camilo, que ingressou na Polícia Militar em 1978 e foi comandante geral da instituição de abril de 2009 a abril de 2012, visitou nossa redação dia 6 de março último, para elencar suas propostas na Assembleia Legislativa, e contar um pouco do seu passado de estudante, quando adquiriu valores como a disciplina, o civismo, patriotismo e respeito ao professor, em uma escola pública de Ferraz de Vasconcelos, depois no Expedicionário Brasileiro e no Cedom, ambos na zona norte da capital. Esses valores ele cultiva até hoje, com a ideia de trazer de volta às escolas.

Camilo deu prosseguimento a uma linha militar na família. Seu avô foi cabo e seu pai, sargento. Eleito com 64.000 votos, contou que está bastante ansioso em assumir sua missão na Assembleia, uma vez que quer ajudar a população de São Paulo. “A bandeira principal do meu trabalho será a segurança e também a cidadania, levando valores aos jovens, projetos que incentivem a volta do civismo, respeito às pessoas e aos símbolos nacionais” – disse o coronel Camilo.

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Impunidade

Sobre as leis brandas que facilitam o usuário de drogas, o coronel Camilo defende a punição, porém sem encarceramento. “Defendo que o consumidor de drogas tem que ser punido. A punição pode ser internação ou trabalhar dentro de em um hospital que trate de drogados. Dependendo do grau em que esteja afetado pela droga, escolhe-se o tipo da punição, chegando à prisão para quem cometer crimes graves” – analisa Camilo.

Redução da maioridade penal

A favor da redução da maioridade penal, Camilo vai propor punição imediata, mas com pena menor, de três a cinco meses de prisão. Ele lembra que em países como Inglaterra e Canadá, não há limite para a maioridade e as pessoas respondem pelo entendimento das ações que cometeram, é dosada a pena conforme a idade e não há impunidade. Muitas vezes no Brasil, o marginal condenado por crimes de pequeno potencial ofensivo acaba dando cesta básica como pagamento de sua pena. Para ele, isso precisa acabar. “A questão da maioridade penal é na esfera federal. Estou dando subsídios ao major Olimpio e ao capitão Augusto (deputados federais)”. O capitão Augusto, que faz parte da Comissão de Constituição e Justiça e da Comissão de Segurança, levantou os projetos de maioridade e já está trabalhando na questão – aduziu Álvaro Camilo.

Extinção da Polícia Militar?

A respeito do projeto do senador Lindbergh Farias do PT, que ao criar a PEC 51, visa a desmilitarização da PM, o coronel Camilo acha um absurdo, e preocupante para o Brasil. “Se isso acontecer, o cidadão vai perder a última instituição que defende o cidadão com a própria vida. Quem apoia essa PEC quer o caos, é contra a organização e o respeito. Vamos trabalhar no Brasil inteiro para que isso não aconteça”.

O Partido Militar, que está sendo formado agora, terá um grande número de adeptos, disse ele, e trará grandes melhorias ao país.

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O pé da Educação

Tem que ser prioridade zero, segundo o deputado estadual coronel Camilo. Ele contou que os países Taiwan, Coreia do Sul, Japão e Chile investiram em educação e modificaram sua história em três décadas. “Para as autoridades desses países, o primário é a fase em que é formado o caráter das pessoas. Lá, o professor primário ganha melhor do que o universitário e a escola funciona em tempo integral. Aqui falta segurança e respeito para o professor trabalhar”.

Para mudar essa situação calamitosa, disse: “Precisamos voltar a investir no professor primário e temos que tornar rígidas as regras na escola, no respeito às pessoas”.

O coronel Camilo ressaltou que as pessoas educadas convivem melhor. “Educação é solução para tudo. Quem é educado vai ter problemas menores de relacionamento, de briga e vai ajudar na segurança. Hoje estamos muito individualistas”.

Finalizando a entrevista, enumerou quatro providências imediatas como deputado estadual:

1-      Trabalhar para que os agentes da lei tenham melhor dignidade, mais proteção, melhor salário e boa assistência médica, jurídica e familiar;

2-      Atuar forte para o desenvolvimento da cidadania, propondo leis para a educação ou disciplina específica para que se leve dentro da escola os valores de civismo e patriotismo, sugerindo a criação da disciplina Cidadania;

3-      Fomentar a participação da população no poder público criando legislação obrigando o poder público a dar transparência no seu trabalho e formas de comunicação com o povo, por meio de canais abertos o tempo todo;

4-      Criar legislação que permita o enfrentamento da desordem urbana (desorganização nos centros urbanos, camelôs irregulares, invasões etc).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Hamuche pede incentivo à produção têxtil
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Eduardo Martellotta

 

Dia 10 de março último na sede do SindiTecidos – Sindicato do Comércio Atacadista de Tecidos, Vestuários e Armarinho do Estado de São Paulo – rua Paula Souza, 79, o vice-presidente da entidade, Jorge Nacle Hamuche comentou ao Jornal do Brás o atual momento econômico e produtivo vivido pela cadeia têxtil, mergulhada na alta carga de impostos, atrelada aos fabricantes e distribuidores e também na queda das exportações, além da concorrência direta com os produtos chineses. Contou ainda a história da indústria têxtil na 25 de Março, no Bom Retiro e no Brás, que formam uma sinergia na confecção.

Segundo Hamuche, o industrial brasileiro, sem querer, passa a ser dominador no mercado. “Com o aumento do dólar e a queda do barril do petróleo, ele passa a ser improdutivo para exportar e produtivo para o mercado interno” – disse, acrescentando que a mudança passa a favorecer a política do governo.

Os empresários do Brás, Bom Retiro e 25 de Março, disse Hamuche, não pensam no corporativismo para o desenvolvimento. “Eles pensam no trabalho, no dia-a-dia e no custo baixo, o que causa um efeito retroativo no desenvolvimento do comércio”.

Para Hamuche, com a corrupção, são “o povo e os industriais quem pagam o alto Custo Brasil – da gasolina, do diesel e da eletricidade, para dar sustentação à máquina empregatícia do governo”.

 

SindiTecidos completa 74 anos

O sindicato, fundado em 15 de maio de 1941, tem atualmente cerca de 2.400 associados e é presidido por Luiz Roberto Rando. O vice Hamuche informou que Rando está tentando harmonizar com a diretoria, um progresso com a administração. Ele diz que a entidade não recebe recurso da Fecomércio e nem assistência (cultural, trabalho e desenvolvimento), mas que o SindiTecidos está buscando novos associados e quer introduzir metas de trabalho para atender o empresário patronal. “Queremos ir até eles para dar conotação e vivacidade ao sindicato” – explicou.

25 de Março 121 anos

Hamuche contou que a rua 25 de Março faz parte do desenvolvimento da cidade de São Paulo e do Brasil, como um todo. Ela recebeu esta denominação em 1894, em homenagem à data da promulgação da primeira Constituição Brasileira, que se deu em 25 de março de 1824, pelo imperador D. Pedro I.

O início do progresso da 25 de Março veio, segundo Hamuche, com a vinda de judeus, árabes, portugueses e espanhóis que instalaram lojas de tecidos, vestuários e armarinhos, e em seguida, as de bijuterias e mais recentemente, de utilidades domésticas. No Brás, foi na rua Oriente.

A chegada dos coreanos deu um novo alento, com produção rápida e econômica. E os antigos comerciantes começaram aos poucos a vender seus prédios, principalmente para os chineses. O sistema de Box foi trazido da China, chegando no Paraguai e depois em São Paulo. O sucesso foi imediato, vindo depois os ônibus do Turismo de Compras.

Neste ano, não haverá festejos na rua 25 de Março, é apenas uma lembrança do SindiTecidos para conservar a data histórica.

Concorrência da China

A vinda de produtos chineses, taiwaneses e outros trouxeram uma concorrência direta com os nacionais, ocasionando muitos fechamentos de fábricas. Quem não se modificou, entrou na dança. Para concorrer com os estrangeiros, tiveram que largar a produção nacional, adaptar-se e comprar novas máquinas para aumentar a produção e manter os salários e a competitividade. Está dando certo atualmente, disse Hamuche, mas o governo não auxilia o setor têxtil, o terceiro que mais emprega no Brasil.

Hamuche explicou que a cadeia têxtil começa com a produção do algodão no campo, prosseguindo com a colheita para desenvolver o algodão na máquina, tecelagem, tingimento do pano, com o término da venda na loja de varejo. “O setor precisa de um incentivo forte” – salientou Hamuche.

Bermudinhas na moda

Tanto no Brás como na 25 de Março, lembrou Hamuche, o carro-chefe era a fabricação de calça jeans, que perdurou por 30 anos e atualmente deu uma caída. Isso ocorre por três motivos, segundo ele: em primeiro lugar, há fábricas disseminadas no país inteiro, e depois a produção é mais do que suficiente para o consumo. Por fim, o surgimento de novas calças que se moldam no corpo, como a lycra e a viscose. “A mulher, grande consumidora, buscou novas peças”,- disse, lembrando que e a calça jeans demora 20 anos para se acabar. A moda agora são as bermudinhas, que deram uma sobrevivência ao jeans. “A adaptação da indústria é rápida para atender a demanda ou copiar” – disse ele, finalizando a entrevista.

De balconista ao Grupo Hamuche

Filho de libaneses aos 73 anos, Jorge Hamuche lembrou que começou a trabalhar como balconista aos 14 anos de idade. Aos 18, era mascate, quando abriu um Box na rua 25 de Março, tamanho 1 x 2, o primeiro na cidade. Em 1968, fundou o Grupo Hamuche de Jeans, o 2º maior atacadista do país, composto pelas marcas Hamuche, H-Star e RH, inclusive com produção de lençóis para hospitais. Hoje a empresa é administrada por ele e mais cinco irmãos: Alberto, Jorjete, Osvaldo, Michel e Leila. A família também investiu no ramo imobiliário, incorporando quatro shoppings – três no Ceará e um em Barretos.

Nessa trajetória, Jorge Hamuche fez parte da Federação do Comércio – Fecomércio-SP e foi presidente por duas vezes da Associação dos Comerciantes do Brás – Acob.

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Empresário Jorge Hamuche

 

 

 

 

 

 

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Funcionários de empresas de confecção ouvem atentos os conselhos de Hamuche

 

 

 

 

 

 

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A professora da USP, Cecília Moura, ministra curso no SindiTecidos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
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