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EDIÇÃO 385 - 2ª quinzena de abril/2020
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Jornal do Belém Ed 2 - 12/03/2020
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Sucesso pede cautela à espera do remédio
Classificação: / 1
28-Abr-2020


Quiçá em imprescindível estratégia ou mera excrescência, o governador João Doria Jr fixou “finalmente” o fim da quarentena dia 10 de maio, exatamente no Dia das Mães.

Inobstante as razões da decisão, baseada segundo ele próprio, nos percentuais do isolamento social, ele até poderia, dentro de sua propalada qualificação de Gestor Público, ceder pragmaticamente apenas um pouco, tão somente para atender aos insistentes pedidos dos porta-vozes da categoria comercial, cujo prejuízo é simplesmente 1 bilhão por dia, desde o início da quarentena, acatada passivamente pelo povo paulista.

Acima de tudo, entrementes, saliente-se a imperiosa expectativa da Eureka – descoberta da medicação eficaz contra o aterrorizante coronavírus que está matando pessoas desde o Carnaval e aniquilando a economia, em todo o mundo, além de desgraçar ainda mais a miséria humana.

Coerência e Astúcia

Ao tempo da angustiosa espera da cura, agora iminente, os empresários e o povo reitera o apelo pela flexibilização da quarentena, em pelo menos 7 dias para almejarem o sucesso da homenagem ao Dia das Mães.

                                                                                                                                                        Milton George

 

 

 

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O Brasil tem pressa. O Brás também !!!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O comércio é a sobrevivência do povo

 
Quarentena muda rotina na região
Classificação: / 1
28-Abr-2020


Eduardo Martellotta

O Ministério da Saúde, seguindo recomendações da Organização Mundial de Saúde - OMS, informou que o isolamento social é a mais eficiente ferramenta de se conter o avanço do coronavírus no País.
Até 22 de abril, o Brasil registrava 43.079 casos de Covid-19. Desses, o Estado de SP tinha 15.385 casos, com 1.093 óbitos.
O isolamento social, por meio de uma quarentena implantada pelo governo estadual no dia 24 de março, fez mudar a rotina em toda região Brás/Pari, tanto de trabalhadores como de moradores, com exceção daqueles que exercem atividades essenciais (médicos, enfermeiras, veterinários, policiais, carteiros, motoboys etc).

Loja fechada no Brás
O empresário Alex Farias, proprietário da loja Aline Lingerie no bairro do Brás disse ao Jornal do Brás que iniciou o isolamento no dia 20 de março, e acha ele necessário, porém, sem "politicagem". Alex trabalha no sistema "home office", com os pedidos no varejo. Por conta da pandemia, deu férias para três dos oito funcionários. Para ele, o governo está fazendo sua parte. "O governo federal está fazendo tudo para ninguém passar fome".

Sem cinema, restaurante e caminhada
O morador do Brás, Helton Máximo, de 63 anos, também considera o isolamento necessário, ficando em casa, mas disse sentir falta de escolher os locais para comer, ir ao cinema e fazer sua habitual caminhada. Ele sai apenas para fazer compras. "Alguns policiais já me abordaram na rua e perguntaram se estava tudo certo comigo". Como Helton trabalha em casa criando sites, pouco mudou sua rotina, com exceção da sua outra ocupação, a de fotógrafo.



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Falta de proximidade com a família
Morador do Pari, Wagner Wilson disse que sente falta do contato com as pessoas e familiares. "O ser humano não foi feito para viver isolado. Somos seres sociais". Sua rotina também nada mudou, já que Wagner sempre trabalhou remotamente.
Ele ressaltou que o isolamento serve para as pessoas refletirem. "A vida que vivíamos antes do isolamento, não era uma vida normal. Quase não tínhamos tempo para nada, e agora temos tempo de cuidar de nós mesmos, valorizar os amigos e a família. Ter as pessoas a nossa volta é muito importante".

 

 

 

 

 

 

 

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Escrita e leitura na quarentena
Por sua vez, a escritora Hilda Milk asseverou que o isolamento social é importante, "uma vez que o vírus é contagioso e os sistemas de saúde não comportam atender tantos afetados". Ela está no grupo de risco, mas antes da pandemia, frequentava academia, da qual sente muita falta. "Os exercícios são essenciais". Hilda mora com o filho, e duas vezes por semana vai às compras. Ela e o filho almoçam juntos, veem filmes, depois ela se refugia na leitura ou escrita até a noite. Assim tem sido a rotina da escritora nesses dias difíceis, mas que segundo ela, servem para aprendermos muitas lições. "É preciso cuidar-se e cuidar de quem amamos. E por mais que estejamos sós, precisamos uns dos outros. O afastamento reflete também no modo que pensamos atualmente, nos faz pensar sobre prioridades", ponderou Hilda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Helton Máximo, conhecido como Caçador de Trens, sente falta dos seus habituais passeios

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Alex Farias mantém há 27 anos a loja Aline Lingerie no Brás 

 
Crise do coronavírus derruba vendas
Classificação: / 0
28-Abr-2020


Resultado médio da 1ª quinzena de abril reflete medidas restritivas para conter a propagação da epidemia, segundo o Balanço de Vendas da ACSP

 

São Paulo, 17 de abril de 2020. Nem a Páscoa ajudou: na primeira quinzena de abril, as vendas do comércio paulistano registraram queda média de 65,5% ante igual período de março. Os dados são do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

O resultado é reflexo das medidas restritivas implantadas a partir de 23 de março último pelo governo estadual, para evitar aglomerações e conter a propagação da epidemia do novo coronavírus (Covid-19).

Pelo levantamento, o movimento de vendas a prazo caiu 54,5% no período. Já as vendas à vista recuaram 76,4%.  Na comparação com a primeira quinzena de abril de 2019, quando o cenário era outro, o resultado ficou praticamente parecido: queda de 53,6% nas vendas a prazo, e de 77,1% no movimento à vista.

Apesar da continuidade do funcionamento de atividades como supermercados e farmácias, do delivery e do e-commerce, a queda muito forte nos indicadores de vendas mostra realmente os efeitos do isolamento social na atividade do comércio, segundo Marcel Solimeo, economista da ACSP

"Dá para notar que a perda é muito grande. Principalmente em comparação a um período em que o crescimento da economia já não era brilhante e caminhava a passos lentos", afirma.

 

Recuperação lenta

Porém, ainda que as medidas de restrição, que foram estendidas até o próximo dia 10 de maio, não continuem, a retomada será lenta, segundo o economista. Alguns segmentos se recuperarão mais rápido, mas outros vão levar mais tempo - como é o caso do segmento turístico e de entretenimento em geral.

"Os restaurantes, por exemplo, passarão um tempo longe do movimento que tinham antes, até as pessoas puderem ou criarem disposição para voltar a consumir", afirma. "Tudo depende da duração das medidas restritivas: quando o comércio reabrir, não é do dia para a noite que o movimento entrará no ritmo de antes."

O Balanço de Vendas é elaborado pelo Instituto de Economia da ACSP, com base em amostra fornecida pela Boa Vista Serviços. 

 

 

 

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Foto: Imagens CET

Vista da avenida Rangel Pestana vazia, próximo ao Largo da Concórdia, na tarde do último dia 20 de abril

 

 
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