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EDIÇÃO 270- 2ª quinzena de abril/2015 Parte 1
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Sub Mooca diz que a dengue está sob controle
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Eduardo Martellotta

Sobre a notícia de que o Pari apresenta a maior taxa de incidência de dengue da cidade – 341,3, maior até do que bairros da zona norte que apresentam casos de epidemia da doença, a exemplo do Jaraguá e Brasilândia, o subprefeito da Mooca Evando Reis disse, em entrevista ao Jornal do Brás que a incidência elevada tem relação com a população do Pari, pequena, e não apresenta risco de epidemia. O bairro registrou até 9 de abril, 61 casos. “Aqui na região da Sub Mooca a dengue está totalmente sob controle. Não temos epidemia” – afirmou ele, completando que, na Supervisão de Saúde da região, o Aricanduva, que também faz parte, é mais preocupante.

Evando asseverou que tanto o Brás, como o Pari, estão sob controle, graças ao trabalho de parceria da Vigilância Sanitária com a Subprefeitura Mooca.  “Fazemos trabalho diário de zeladoria, limpando e retirando objetos da rua com a Operação Cata-Bagulho”. Evando lembrou também que foi realizado de 9 a 19 de março o Mega-Mutirão, com 250 pessoas trabalhando em 25 caminhões em ações de limpeza, poda de árvores, varrição, remoção de objetos e conscientização ambiental. “Para a Vigilância Sanitária e a Saúde, o Pari não é nada preocupante”, disse ele, finalizando a entrevista.

Nota da Redação: recebemos a informação de que na rua Araguaia, onde tem a antiga garagem da CMTC, e nas proximidades da Assoc. Portuguesa de Desportos, existe grande incidência de casos de dengue.

 
Áreas invadidas por ambulantes serão desocupadas
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O bairro do Brás recebe atualmente a fiscalização de combate ao comércio irregular, num trabalho conjunto envolvendo a Guarda Civil Metropolitana e a Polícia Militar (Operação Delegada), resultando em manifestações dos vendedores ambulantes, ocorridas dias 11 e 16 de abril últimos.

Em entrevista em seu gabinete, exatamente no dia da manifestação, dia 16 de abril, o subprefeito da Mooca, Evando Reis, informou que pelo convênio da Operação Delegada, a GCM tem um território e a PM, outro, e que nessas ações, os ambulantes querem continuar trabalhando nas ruas, ocupando calçadas e vias públicas, inclusive o Largo da Concórdia, o que atrapalha o fluxo tanto dos pedestres como dos veículos, segundo ele.

“Não está havendo respeito, a ocupação está desordenada e a intenção da alta administração é deixar toda região limpa, livre e desimpedida, para todos terem o direito de ir e vir, e usar o passeio público. Vamos ter que desocupar todos os espaços invadidos por eles” – explicou Evando.

De acordo com ele, existem 210 ambulantes com TPU (Termo de Permissão de Uso) na região da Subprefeitura Mooca, que tem por objetivo alocar esses ambulantes regulares para dentro da Feira da Madrugada. Segundo Evando, a Feira tem um total de 4.000 boxes, dos quais 2.500 ocupados por ambulantes de várias nacionalidades que trabalham regularmente com o TPU na Feira.

 

 
Sacolinhas voltam a gerar polêmica
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Eduardo Martellotta

 

A Lei nº 15.374/11 proíbe desde 5 de abril último, no município de São Paulo, a venda ou distribuição de sacolas plásticas, que são derivadas do petróleo.
Na regulamentação da Lei 15.374/11 – Decreto 55.827-15 – ficou autorizado o fornecimento de sacolas reutilizáveis, definidas na Resolução 55/AMLURB-2015, nas cores verde e cinza.

Verde para o descarte de resíduos recicláveis e cinza para resíduos orgânicos e rejeitos, as sacolas buscam auxiliar no processo de coleta seletiva e poderão ser cobradas quando oferecidas no comércio, a critério dos próprios estabelecimentos, segundo o decreto.

A empresa deve, além de não mais fornecer sacolas plásticas, afixar cartaz de 40x40cm, em caixas registradoras e locais de embalagem, com os dizeres: “Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis” - Lei Municipal nº 15.374, de 18 de maio de 2011.

Fornecer sacolas plásticas e/ou deixar de ter o cartaz pode resultar em multas que variam de R$ 500,00 a R$ 2.000.000,00.

O Sincovaga – Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo esclarece em seu site:

·         O fornecimento de embalagens aos consumidores é definição da empresa varejista;

·         Não há a obrigatoriedade da utilização das sacolas reutilizáveis previstas na legislação do município de São Paulo, mas estão absolutamente proibidas quaisquer outras sacolas plásticas;

·         Caberá a cada empresa definir sobre a entrega gratuita ou a cobrança ao consumidor das sacolas verdes e cinzas autorizadas na legislação;

·         Poderá haver questionamento do Procon em relação à cobrança, se mantido entendimento vigente antes da regulamentação da Lei Municipal.

A cobrança de R$ 0,10 por cada unidade de sacola reutilizável é considerada abusiva pelo Procon. A Apas – Associação Paulista de Supermercados decidiu em reunião dia 16 de abril último, manter a cobrança das novas sacolas.

 

Confusão sobre cobrança

Na região, os proprietários de supermercados já se adequaram à mudança e se mostram perplexos com a nova diretriz da Prefeitura, pois não sabem se cobram ou não os R$ 0,10 da sacola.

João dos Santos, proprietário do Super do Brás, localizado na rua Itapiraçaba, 427, explicou que o estabelecimento já usa as sacolas verde e cinza e que, por enquanto, não está cobrando os R$ 0,10 dos clientes.

A mesma decisão foi tomada por Jaime Ribeiro, gerente do Supermercado Econômico da avenida Celso Garcia, 553. Ele afirmou que não irá cobrar o preço da sacola, porque acha que não é justo para o cliente.

Custo maior para o comércio

Leomi Joaquim de Oliveira, gerente do Mercadinho Belenzinho da rua Catumbi, 494, contou que trabalha com as novas sacolas desde fevereiro, e afirmou que 70% dos clientes gostaram da mudança, e 30%, não.

Leo, como é mais conhecido, disse que o custo da compra (pela empresa) das sacolas reutilizáveis em relação às antigas, de plástico, praticamente dobrou. Por essa razão, cobrava a sacolinha, na data de 16 de abril. Ele se baseava nas orientações do Sincovaga, de que a cobrança é opcional.

O gerente compra as sacolas cinza e verde a R$ 0,12 a unidade e oferece aos clientes por R$ 0,10. “É esperar para ver o que irá acontecer. Estamos nos readaptando a cada notícia que surge”, disse Leo.

Consumidor não quer pagar

O Jornal do Brás também foi ouvir o consumidor da região para saber o que acha das novas sacolinhas. A aposentada Floraci Lima Santos disse que precisa adquirir a sacola no supermercado porque usa em casa. Ela é contra a cobrança de R$ 0,10 cada sacolinha. “O imposto está em tudo, nos remédios e embutido nos produtos do mercado. Que o prefeito (Fernando Haddad) tenha a consciência de não cobrar a sacola. Muita gente não tem condições de pagar isso”, disse Floraci.

O revendedor Rafael Melo Silva também acha errado pagar pela sacolinha. “É um dinheiro que está sendo roubado da gente. A cobrança é abusiva” – afirmou.

Por outro lado, a boliviana de La Paz Claudi Quispe Chura, que trabalha como costureira, não se importa em desembolsar mais R$ 0,10 por cada sacola. “Não é muito caro para mim”, disse ela.

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Leo do Mercadinho Belenzinho compra a sacola por R$ 0,12 e vende por R$ 0,10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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João dos Santos é dono do Super do Brás e não cobra nada pela sacola reutilizável

 

 

 

 

 

 

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Jaime Ribeiro é gerente do Supermercado Econômico da av. Celso Garcia

 

 

 

 

 

 

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Rafael acha a cobrança abusiva

 

 

 

 

 

 

 

 

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Claudi, boliviana de La Paz, não acha caro pagar R$ 0,10 por sacola

 

 

 

 

 
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