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EDIÇÃO 276- 2ª quinzena de julho/2015
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12º DP tem balanço positivo da criminalidade
Classificação: / 0
20-Jul-2015
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Em entrevista dia 13 de julho último, o delegado titular do 12º DP, Dr Eder Pereira e Silva apresentou balanço positivo nos índices criminais do 1º semestre. Segundo números apresentados por ele, numa comparação do 1º semestre de 2014 com o 1º semestre de 2015, houve queda em todos os índices – homicídio doloso (-71,43%), roubo (-16,15%), furto (-10,61%), roubo de veículo (-16,25%), furto de veículo (-3,29%) e roubo de carga (-18,32%).

O delegado não acredita que as diminuições nos crimes tenham a ver com a crise no comércio. Naquela tarde de 13/7, a delegacia encontrava-se lotada. “Não importa a crise, as pessoas sempre vêm ao Brás comprar”, disse ele, favorável a uma campanha de instruções de segurança ao comprador, sobretudo de outras localidades.

 

 

Bloqueio de celulares

O serviço de bloqueio de IMEIs de aparelhos celulares continua no 12º DP. De acordo com o Dr Eder, desde que o serviço foi implantado, houve uma queda vertiginosa no número de ocorrências registradas de furto e roubo de celular.

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Campanha do Agasalho

Como participante ativo da Campanha do Agasalho há cinco anos, desta vez o 12º DP fará a distribuição a seis entidades assistenciais: Assoc. Beneficente e Promocional do Belém, Instituto de Desenvolvimento Educacional e Assistencial Social – Ideas, Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil - GPACI de Sorocaba, Instituto Espírita Cidadão do Mundo, Associação Beneficente e Cultural da Comunidade do Hospital das Clínicas da Rutinha Costa e a Fraternidade Espírita Sementes de Luz (que trabalha com crianças).

 

Este ano, o 12º DP recebeu mais de 5.000 peças de roupas e cobertores, informou o Dr Eder.

 

 

Dados estatísticos – 12º DP

 

Delitos

1º semestre 2014

1º semestre 2015

variação

Homicídio Doloso

7

2

-71,43%

Roubo

879

737

-16,15%

Furto

3092

2764

-10,61%

Roubo de Veículo

80

67

-16,25%

Furto de Veículo

152

147

-3,29%

Roubo de Carga

131

107

-18,32%

 


 

 

 

 
Capitão Ricardo volta ao comando da 3ª Cia no Pari
Classificação: / 0
20-Jul-2015
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O capitão Ricardo Azevedo da Silva está de volta ao comando da 3ª Cia do 13º BPM/M. Ele, que esteve durante três meses no TJM – Tribunal de Justiça Militar, exercendo a função de Juiz Militar, disse ao Jornal do Brás que a experiência foi muito proveitosa e enriquecedora para o seu trabalho na 3ª Cia. “Profissionalmente, me tornei outro homem na questão de justiça e disciplina”. O trabalho, observou ele, valoriza sua carreira de policial militar.

Durante o período em que ficou no TJM, o capitão Ricardo esteve em contato com o capitão Sidnei e o tenente Martinez, que ocuparam interinamente o comando da 3ª Cia. “Eles mantiveram a linha que eu apliquei na Cia” – ressaltou o cmt, acrescentando que os índices criminais continuaram em queda, como o roubo de cargas e o furto de veículos.

 

Documento RAIA

O cmt da 3ª Cia destacou que em conjunto com a Subprefeitura Mooca, a 3ª Cia elabora o documento RAIA, sempre enumerando questões que a Prefeitura pode resolver - limpeza de rua, conserto de calçada, má iluminação e poda de árvore. “A Sub Mooca sempre resolve as questões do RAIA” – disse ele, salientando que a limpeza da região Brás/Pari é a que mais necessita de atenção da Subprefeitura Mooca. Para ele, a comunidade e os comerciantes locais precisam ter a consciência de colocar o lixo no dia e horário certos da coleta pela Loga.

Ainda em relação ao lixo, o capitão Ricardo faz atualmente trabalho com o setor de cadastros de carroceiros da Sub Mooca. Segundo ele, alguns rasgam o lixo, espalhando-o na calçada, criando um transtorno para a Prefeitura.

Redução da Maioridade Penal

Ainda na entrevista, o capitão Ricardo comentou acerca da redução da maioridade penal. Nem contra nem a favor, ele acredita que precisam ser feitos estudos mais complexos da questão, com pedagogos, psicólogos, sociólogos e profissionais da área de Segurança Pública. “Não podemos deixar apenas para o legislativo resolver isso” – alertou ele, que defende que o menor, se cometeu crime, tem que ser responsabilizado, independente se foi ato infracional ou crime hediondo. “Acredito que temos pessoas competentes lá no Congresso que irão resolver, após estudo” – finalizou.

 

 
Marcos Arruda, médico da Hospedaria dos Imigrantes
Classificação: / 0
20-Jul-2015


Eduardo Martellotta

 

A rua Marcos Arruda no Belenzinho faz uma justa homenagem ao Dr. Marcos de Oliveira Arruda, médico e sanitarista nascido e residente em São Paulo (não há informações acerca da data de seu nascimento tampouco sobre seu falecimento). Ele era sogro do Dr. Clementino de Souza e Castro, advogado, violonista e político brasileiro, que se casou com Luiza de Oliveira Arruda, filha de Marcos Arruda.

Em 30 de janeiro de 1884 o Dr. Marcos de Oliveira Arruda foi nomeado, em caráter interino, para o cargo de Inspetor de Higiene da Província de São Paulo, sem remuneração e nem mesmo sede ou funcionários, sendo o local de trabalho o próprio consultório desse facultativo. Em 1886, houve reforma dos serviços centrais de saúde pública, na qual era estabelecido que a Província de São Paulo deveria ser sede de uma Inspetoria de Higiene, composta por um Inspetor e por 2 Médicos, que foi instalada em 11 de março do mesmo ano, tendo como seu diretor e médico o Dr. Marcos Arruda. Sua atuação voltava-se para a fiscalização das profissões médicas, elaboração de estatísticas sanitárias e o combate à varíola.

Em São Paulo, nos últimos anos do Império, Marcos Arruda, à frente da Inspetoria de Higiene do Estado, despendeu grandes esforços junto ao presidente da província no intuito de criar um laboratório vacinogênico no estado. Ainda em abril de 1887, ele elaborou um projeto de posturas a ser apreciado na Câmara Municipal, criando um Instituto Vacinogênico Municipal para produção e aplicação da vacina antivariólica. Em agosto, antes mesmo da apreciação do projeto, ele oficiou ao Visconde de Parnaíba, então presidente de São Paulo, propugnando a criação do estabelecimento, mas seu pedido foi recusado pelo Visconde, que declarava necessitar de autorização da Assembleia Provincial para arcar com as despesas.

Sociedade de Medicina

A Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo foi criada em de 24 de fevereiro de 1895, com a presença de diversos expoentes da classe médica paulista como Theodoro Reichert, Luiz Pereira Barreto, Ignácio Marcondes de Resende, Pedro de Resende, Amarante Cruz, Cândido Espinheira, Erasmo do Amaral, Luiz de Paula, Evaristo da Veiga e Marcos Arruda.

O Dr Marcos Arruda, cujo pai foi o coronel Marcos Arruda – fazendeiro da cidade de Bananal e falecido em 1881, foi também médico da Hospedaria dos Imigrantes (atual Museu da Imigração) nos idos de 1900 e casou-se com sua prima-irmã Luiza da Gama Arruda, com quem teve seis filhos: Alda de Arruda, Francisca de Arruda, Luiza de Arruda, Regina de Oliveira Arruda, Mário de Oliveira Arruda e Antônio de Arruda Eterredo. “Médico especialista das moléstias do peito e do coração”, conforme anúncio no jornal “O Estado de S.Paulo” em 1887, o Dr Marcos Arruda foi formado pela Faculdade Médica do Rio de Janeiro e em 1900 contava com 30 anos de atuação na profissão.

 

Enfermidade em 1906
Em 10/7/1906, conforme “O Estado de S.Paulo”, o Dr Marcos Arruda estava “gravemente enfermo”. 
Em 7/2/1907, provavelmente nos últimos dias da sua vida, Marcos Arruda tirou licença de seis meses na Hospedaria 
dos Imigrantes, para tratamento de sua saúde, bastante comprometida, segundo informava o veículo.
A rua Marcos Arruda já existia em 1898 e foi oficializada pelo Ato 972 de 24 de agosto de 1916 . 
Ela se inicia no cruzamento da avenida Celso Garcia e termina no número 981, na esquina com a rua 
Paulo Andriguetti, onde está situada a Praça General Humberto de Souza Mello.
 

 

Fontes:Os primórdios da vacina antivariólica em São Paulo: uma história pouco conhecida” - Luiz Antonio Teixeira e Marta de Almeida,O papel da faculdade de saúde pública na formação de recursos humanos para a saúde” - João Yunes e Oswaldo Campos (http://www.scielo.br/), site http://www.genealogia.villasboas.nom.br/, Prefeitura de São Paulo e Acervo Digital do jornal O Estado de S.Paulo.

 

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Início da Marcos Arruda na esquina com a av. Celso Garcia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Faculdade Cantareira fica na rua Marcos Arruda, 729

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Logradouro tem seu final na Praça General Humberto de Souza Mello, junto à Base Pari PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Anúncio de 1895 exibia o trabalho do Dr Marcos Arruda: “Electro-Therapico”

Foto: Acervo Estadão

 

 

 
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